Sábado, 13 de Dezembro de 2008

Resultados das Eleições para a Assembleia Estatutária

Para consultar os resultados das eleições para o Conselho Geral e para o Senado consultar o ficheiro pdf no link à esquerda.
 

Taxa de Participação:
Professores e Investigadores - cerca de 89% de votos expressos
Funcionários - 57%;
Alunos - particpação muito reduzida.
 

Resultados Finais:

Professores e Investigadores
 

- total dos votos apurados 133, dos quais 12 em branco e 2 nulos
- distribuição dos votos válidos
Lista A – 61 votos
Lista B – 58 votos

 

Foram eleitos, através da aplicação do método de Hondt, os seguintes elementos de cada uma das listas do corpo de Professores e Investigadores
Lista A – 6 mandatos
Lista B – 6 mandatos

 

Da aplicação do Método de Hondt resultou a seguinte distribuição de mandatos:

1º - Carlos José de Almeida Noéme, da Lista A
2º - João Manuel Dias dos Santos Pereira, da Lista B
3º - António José Saraiva de Almeida Monteiro, da Lista A
4º - Maria Wanda Sarujine Viegas, da Lista B
5º - Sara Barros Queiroz Amâncio, da Lista A
6º - Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça, da Lista B
7º - Maria Margarida Branco de Brito Tavares Tomé, da Lista A
8º - Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato, da Lista B
9º - Maria Isabel Freire Ribeiro Ferreira, da Lista A
10º - Jorge Manuel Martins Soares David, da Lista B
11º - Fernanda Maria Miranda Cabral, da Lista A
12º- Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, da Lista B

 

Estudantes
- total dos votos apurados 62, dos quais 5 em branco e 0 nulos
- distribuição dos votos válidos
Lista A – 57 votos

 

Foram eleitos todos os elementos propostos pela lista A:

Ana Luísa Marques Gaspar Serrenho
Vítor António Rodrigues Guimarães
Ana Sofia Gomes Santos
Ângelo Miguel Tristão Cardoso

 

Trabalhadores Não-Docentes e Não-Investigadores
- total dos votos apurados 87, dos quais 14 em branco e 1 nulo
- distribuição dos votos válidos
Lista A – 72 votos

 

Tendo sido eleito o elemento da lista A:

Jorge Manuel Barros d’Almeida Gominho

 

publicado por M.Mourato às 14:16
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Domingo, 7 de Dezembro de 2008

O ISA, os novos estatutos e os desafios que temos de vencer.

Todos constatamos as dificuldades financeiras do Instituto. Mas há outros desafios que teremos que enfrentar. O novo modelo de governação deve tê-los em conta e criar condições para os vencer.

 
Os desafios decorrem da competição nacional e internacional. Nacional porque as áreas mais interessantes podem ser facilmente apetecíveis para outras escolas. Internacional porque num espaço europeu, liberto das barreiras nacionais poderá ser atraente obter o grau (Mestre, Doutor) em universidades internacionais de renome em vez do ISA. A falta de alunos do 2º ciclo e por essa via do 3º ciclo também, pode trazer gravíssimas consequências para o ISA, remetendo-o para uma posição de subalternidade dentro e fora da UTL. A avaliação da universidade exporá os pontos fracos do ISA, mas as dinâmicas sociais que determinam a resposta não implicam alterações catastróficas. Mas os desafios são reais e não podem ser ignorados no âmbito da revisão dos estatutos.
 
Até agora, o ISA tem mantido alguma notoriedade e a imagem de escola de referência devido à investigação e à prestação de serviços de qualidade, resultado do esforço dos docentes e investigadores com poucos ou nenhuns incentivos institucionais. De facto, as deficiências estruturais (por exemplo, distorções na alocação de pessoal e recursos às diversas áreas) prejudicam o esforço dos docentes e investigadores e a possibilidade de reunião de massa crítica para o ensino, a investigação e a prestação de serviços em diversas áreas. Para além disso, reflectem-se na dificuldade de ter elementos do corpo docente com responsabilidades em acções que vão desde as comissões de coordenação dos cursos até ao apoio aos alunos e ex-alunos.
 
A revisão dos estatutos oferece uma oportunidade – que não pode ser perdida - para a criação de um quadro organizacional favorável à afirmação da notoriedade e imagem de escola de referência do ISA, isto é que promova o potencial dos seus recursos e em particular dos seus docentes e investigadores, por forma a vencer os desafios nacionais e internacionais. É necessário introduzir naquele quadro novos itens, como os que a lista B propõe (por exemplo, uma “agência” de acompanhamento de alunos e de promoção da empregabilidade) A nova organização departamental deve reduzir o número actual de departamentos, organizando-os com base na afinidade científica e de campo de actuação prática. Os departamentos devem ter regras claras, respeitar princípio de funcionalidade na gestão próxima dos recursos e promover a qualidade do ensino e a sinergia científica. Trata-se de criar estruturas englobantes que criem condições para a participação dos docentes e investigadores na vida da escola, potenciando a co-responsabilização face aos objectivos da instituição. Os departamentos poderão cooperar nas funções de administração e partilhar funções com o Conselho Científico.
 
Os novos estatutos do ISA devem ter em conta a necessidade de descentralizar, garantindo (1) uma administração central especializada e de excelência, adequada às necessidades das opções estratégicas a definir pelo “conselho de escola” que vamos eleger em 2009 e (2) uma organização pedagógica e científica descentralizada. De facto, estas serão instrumentais para vencer os desafios actuais ou que se adivinham. Como afirma o princípio da inclusividade referido na nossa declaração de princípios – todos não somos demais – é necessário criar oportunidades para a ampla discussão destes temas por forma a fortalecer a UTL - que nos dá dimensão e pode ser origem de inúmeras oportunidades de investigação, ensino e prestação de serviços - e com ela o ISA.
 
João Santos Pereira e José Guilherme Borges
publicado por Jose Guilherme Borges às 18:57
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008

Alguns comentários sobre o debate de 6ª feira, dia 5 de Dezembro:

Há aspectos em ambas as listas que são muito válidos; a forma como a AE será constituída e elegerá os seus membros, obrigará sempre que esta seja um local de debate de ideias e negociação. Com isso o ISA irá certamente beneficiar, pois irá diluir ideias menos eficazes para o futuro funcionamento da escola e investir nas melhores.

Não me parece que as unidades de ensino sejam uma vantagem em relação aos departamentos, em menor numero, como propõe a nossa lista (lista B). Devemos apostar num modelo que funcione e não me parece que uma estrutura ainda mais complicada do que a que actualmente existe possa fazê-lo. A actividade profissional deve ser organizada através da afinidade de áreas científicas; a integração de todos nós em 2 ou 3 departamentos deve ser encarada como um processo natural, e penso que todos nos integraremos facilmente num departamento de maior dimensão que seja criado no ISA. O ensino será sempre uma consequência disso, como aliás o é actualmente. Esta organização permite uma mais eficiente optimização da distribuição de serviço docente, a gestão de equipamentos e funcionários, que desta forma “estarão onde for preciso”, mas será mais transparente a decisão ou os critérios usados.
Actualmente, temos uma estrutura que funciona mal, apesar de existirem muitas competências definidas para os diversos órgãos pelos actuais estatutos, estas são possíveis de ser aplicadas. A questão essencial é permitir que a nova estrutura funcione de facto, com mecanismos que permitam a execução real dessas competências, meios adequados e pessoas com vontade de o fazer. Simplificar parece ser essencial.
Mais uma pequena nota: nesta eleição não estão em avaliação reconhecimentos pessoais mas sim propostas para um ISA melhor. Neste últimos 2 anos que estive no CP verifiquei que houve uma boa colaboração entre os órgãos de gestão que permitiu uma melhoria de funcionamento, e só assim faz sentido. É uma questão de justiça atribuir o mérito a quem é devido. Reconheço o mérito do actual CD e a coragem com que assumiram a responsabilidade pela direcção do ISA numa fase muito difícil. Não me parece justo retirar a João Santos Pereira o papel determinante que teve, por exemplo, no impulsionamento da reforma de Bolonha implementada em 2006, a forma como a conduziu, e da qual todos nós somos testemunhas. Não vale a pena termos memória curta, a história já foi escrita.
Luísa Louro
publicado por luisalouro às 17:34
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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

Os estatutos e a gestão administrativa e financeira

A revisão dos estatutos do ISA oferece uma oportunidade única para uma
arquitectura de alto nível dos procedimentos administrativos e financeiros
necessários para realizar a missão do ISA. De acordo com os nossos
princípios esta arquitectura deverá dotar o ISA (os órgãos de gestão, os
departamentos, os serviços, as pessoas) de meios para o desempenho
efectivo das suas funções. Como?

1. Caracterizando o modelo actual de 'negócio' do ISA e os processos de
decisão a ele associados e perspectivando as melhorias no modelo, a
considerar no âmbito da revisão dos estatutos.

2. Caracterizando o modo como as estruturas actuais (órgãos de gestão,
unidades especiais, unidades de apoio, departamentos,...) suportam este
modelo e transpondo para os estatutos a arquitectura e a estrutura
orgânica adequadas às melhorias identificadas em 1.

3. Envolvendo toda a escola na revisão e implementação dos estatutos e
consequente reestruturação dos processos de gestão administrativa e
financeira.

Os novos estatutos do ISA configurarão a nossa nova casa. Uma casa não se
reforma ou redesenha com medidas avulsas de criação/destruição de unidades e estruturas apresentadas em campanha eleitoral. É necessária uma arquitectura. Cabe à Assembleia Estatutária defini-la de forma
participada, bem fundamentada e de acordo com os princípios que pensamos adequados ao governo do ISA.
publicado por Jose Guilherme Borges às 22:48
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Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Lista B (Docentes e Investigadores) - MUDAR, MAS PARA MELHOR

Os estatutos são obviamente importantes para o futuro do ISA. Quer isto dizer que eles devem potenciar a mudança necessária para garantir a sustentabilidade da escola, acompanhando as alterações e os desafios que se colocam a nível da UTL e no contexto internacional. Os estatutos devem definir com clareza a missão do ISA como promotor da ciência, da cultura e do desenvolvimento tecnológico e não devem descurar a boa gestão do ensino nos seus diversos formatos. Devem permitir a diversidade de opções garantindo a ‘inclusividade’ sem pôr em causa a deontologia e os objectivos institucionais. Não devem ser excessivamente regulamentadores para permitir uma adaptação atempada à evolução da escola e às alterações na sociedade. Para além de resolverem muitos problemas práticos, os estatutos do ISA têm que ser simples, concisos e sem ambiguidades. É evidente que há condicionamentos que resultam da Lei 62/2007 de 10 de Setembro (RJIES) que nas Secções V e VI definem o modelo de base e as restrições quanto à estrutura e competência dos órgãos de governo e gestão da escola. Por outro lado, os estatutos da UTL definem as grandes opções em termos de modelo de escola. Para a nossa lista (B) as opções estatutárias devem ter por base princípios fundamentais que garantam os direitos e deveres dos membros do ISA e sejam facilitadores das actividades que permitam à escola atingir os seus objectivos e missão. A leitura dos actuais estatutos e o conhecimento das práticas associadas, mostra que há muito espaço para melhorar e é por essa via que nos propomos – mudar, mas para melhor. Votar para a AE implica conhecer as propostas de cada lista em termos de princípios e soluções práticas, mas também ter confiança nos elementos que integram as listas.

(O DOCUMENTO COMPLETO COM OS PRINCIPIOS DA LISTA B PODE SER ENCONTRADO NO LINK AO LADO)

publicado por M.Mourato às 15:31
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> Membros da Lista B

Efectivos:

João Santos Pereira, Wanda Viegas, Amarilis de Varennes, Miguel Mourato, Jorge Soares David, Maria José Cerejeira, Maria Manuel Neto, Manuela Abreu, Francisco Moreira, Fernanda Valente, Teresa Ferreira, Manuel Madeira

Suplentes:

Luisa Louro, Fernando Girão, Leonor Morais, Francisco Abreu, Manuel Campagnolo, José Guilherme Borges, Manuela Silva, Luisa Brito, Nuno Cortez, José Paulo Melo e Abreu, José Miguel Cardoso Pereira, Fátima Tavares

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